O que as empresas devem fazer para crescer em 2017

empresas 2017

O ano de 2017 começa cercado de incertezas e expectativas tanto para candidatos quanto para as empresas. A grande verdade, é que após a crise financeira deflagrada em 2015 que se estendeu até a metade de 2016, a confiança em uma possível ajuda do estado – para nos tirar dessa mesma crise que ele nos meteu – se esvaiu pelo ralo.

Com isso, nos demos conta de uma coisa: estamos, empresas e candidatos, sós a própria sorte e o devemos fazer 2017?

Para os profissionais ativos no mercado de trabalho formal ou informal, celetista, estatutário ou até PJ as opções possíveis para ter um ano de 2017 de sucesso passa pela reinvenção profissional, melhoria e aperfeiçoamento continuo, busca ativa por um novo emprego ou mesmo migrar para algo ligado ao empreendedorismo.

Mas e para as empresas? Qual seriam as opções para afastar de vez qualquer crise?

Bem, quando falamos de empresas, seja de qualquer tamanho ou segmento, temos que ter em mente que qualquer tipo de mudança tem velocidade e impacto muito diferentes quando comparadas com a vida dos profissionais que as compõem.

Para que as empresas alcancem a estabilidade e retomem o crescimento e a prosperidade em 2017, acreditamos que elas devam focar, entre outras coisas, nas três estratégias abaixo:

REDUÇÃO DE CUSTOS E DESPESAS COM A MANUTENÇÃO DA PERFORMANCE

Antes de mais nada, é importante saber a diferença entre custo e despesa. Custo é um gasto relativo a um serviço ou bem utilizado na produção de outros bens e serviços. Ou seja, custo é tudo aquilo que envolve a criação e ou materialização do que possivelmente é comercializado pelas empresas. Já despesas é todo o gasto relativo a manutenção das atividades operacionais, sem ter nenhum vínculo com a produção. Envolve serviços ou bens consumidos direta ou indiretamente para a obtenção de receita, como: folha de pagamento dos profissionais administrativos, comissão de vendas, conta de telefone e etc.

Esta estratégia é uma das mais usadas em tempos de crise ou quando se deseja aumentar a lucratividade das empresas, o motivo é óbvio: diminui-se o gasto total para se ganhar mais.

Porém, nos tempos atuais onde temos uma competitividade acirrada em praticamente todos os mercados e setores, o mais importante passa a ser a diminuição dos gastos totais sem a mínima perda de performance e qualidade. Esse é o grande segredo atual do famigerado corte de custos.

O desafio desta estratégia é tão grande que se a discussão for aprofundada ela poderá revelar uma necessidade intrínseca por mudança, inovação ou mesmo reestruturação total da infraestrutura, passando também pela revisão total do quadro de colaboradores, inclusive, e talvez a mais importante de todas, a revisão e reformulação total do quadro de gestão e liderança.

Afinal, qualquer mudança corporativa terá mais chances de sucesso quando é encabeçada e incorporada ao dia a dia da empresa pelo exemplo dos seus líderes.

ESTRATÉGIA TRANSPARENTE E VISIBILIDADE DE AÇÃO PARA OS COLABORADORESbeyond-transparency

“A confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído.”

– Augusto Cury

Onde não há confiança, não há paz e nem serenidade. Em um cenário tão incerto e caótico como o que vivemos, o nível de estresse e insegurança dos colaboradores está atingindo níveis insustentáveis a ponto de interferir seriamente no desempenho profissional de cada um, que como consequência óbvia, reflete no desemprenho empresas.

Claro, o desempenho de grande parte dos profissionais brasileiros é insatisfatório quando os comparamos com profissionais americanos e alemães e isso se agrava ainda mais em um clima de estresse e crise. Grande parte dessa opressão vem por conta do próprio cenário em que o pais vive, mas não podemos e não devemos descartar que a falta de visibilidade interna é um grande fator para a queda de desempenho e performance dos profissionais brasileiros.

A falta de visibilidade interna – ou seja, a falta de clareza e transparência sobre a atual situação da empresa e o que será feito e como será feito – é um fator determinante para que os profissionais deixem de focar nas suas atividades para focarem em qualquer coisa que não contribua para o desempenho da empresa. Quase sempre essa fuga está ligada a fofocas e confabulação de cenários imaginários negativos que corroem pouco a pouco o ambiente.

Nesse contexto, vivido por muitas e muitas empresas, uma boa opção seja manter a real situação do negócio – principalmente nas áreas financeiras e de produção – aberta para os colaboradores, bem como o plano estratégico de ação futuros, para que todos estejam plenamente cientes do que se espera para o futuro da empresa. Além de ser uma ação inclusiva do ponto de vista de gestão, criando um sentimento de real pertencimento dos colaboradores, abre-se um leque de oportunidades para inovação – inovação a baixo custo, sem precisar recorrer a consultorias e empresas que ofereçam o mesmo serviço por um custo que quase sempre é alto.

É importante sempre ter em mente que a força motriz primária para uma empresa sair de uma situação difícil passa pelos engajamento dos seus colaboradores E estes mesmos colaboradores podem ser a força responsável para colocar a mesma empresa em uma crise muitas vezes sem volta.

Também é importante deixar claro que ao se demitir um funcionário o mínimo que se perde são os valores rescisórios. Capital intelectual, conhecimento operacional e do transito político tem um custo alto, quase sempre incalculáveis.

PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO

Impossível falarmos de superação empresarial sem passarmos pelo desenvolvimento intrínseco dos profissionais responsáveis pela gestão e liderança. Como já dito acima, não existe liderança duradoura e sustentável sem ser sustentada pelo exemplo.

Nesse contexto é bem simples imaginar que se a gestão quer algo de diferente ela deve fazer algo diferente e ser diferença. Muitas vezes a profissionalização da gestão passa não só pelo desenvolvimento técnico e comportamental, mas pela expansão do repertório geral de informações. Por exemplo, um CFO se aprofundar nos estudos e conhecimentos sobre RH ou um CHRO se aprofundar nos conhecimentos financeiros e administrativos ou mesmo dos detalhes de produção, ou ainda um CTO que se aprofunde em comunicação e marketing.

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